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Os tabajaras e a localização de tribos circunvizinhas

 

Luciara Silveira de Aragão e Frota

 

A origem dos tabajaras – Os costumes dos tabajaras

Os principais – Um tipo de parlamento – A vida

Social dos tabajaras – As tribos na Ibiapaba.

 

A dispersão da grande família Tupi-guarani parece ter sido das mais remotas.Bem mais remota que a verificada com os Aruaques. Sua origem seria dos protomalaios que, em várias correntes, acostaram no istmo do Panamá. (1) Esses precursores rumaram ao sul, donde se deslocaram para o sudoeste e pela cordilheira dos Andes atingiram o ponto NW, já na bacia amazônica. Em meio à selva, um pouco mais adiante, estabeleceram-se numa área difícil de ser precisada.

Após um período de formação racial, miragem entre os afluentes Madeiras e Xingu, e daí se irradiaram com rapidez. As migrações tupis pelo litoral deram-se por último e deixaram sempre, por onde passaram, algumas tribos. Após a ocupação portuguesa do litoral da Bahia, Pernambuco e Capitania do Rio, recrudesceram as vindas de indígenas deste grupo para as costas do Maranhão, Ceará e Rio Grande do Norte. A difusão do grupo Tupi-guarani facilitou a formação de numerosos dialetos importantes como o dos potiguares, no litoral entre o Ceará e a Paraíba; tupinambás, no litoral da Bahia e do Maranhão; caetés, no litoral de Pernambuco e de Alagoas, finalmente, o dos tabajaras, na serra da Ibiapaba e na parte litorânea da Paraíba e de Pernambuco (2).

Observe-se que nos referimos ao grupo Tupi-guarani e que o povoamento, não só do Ceará mas também dos Estados vizinhos foi feito paulatinamente em épocas e estágios diversificados.No caso de uma referência explícita aos tabajaras, eles possivelmente atingiram o planalto da Ibiapaba um ou dois séculos antes do descobrimento do Brasil. Desse modo a sua presença naquela área nos parece anterior à corrente migratória Tupi (3) proveniente do litoral, criada em função da pressão colonizadora portuguesa.Quando muito, os que ganharam o planalto nessa época fizeram aumentar o contingente numérico do grupo já ali estabelecido, que dominava os torairius tapuios a quem, com certeza, haviam expulsado das melhores zonas da serra.Em inícios do século XVII, os europeus que visitaram essas bandas já encontraram índios adaptados e estabelecidos.

  1. Exposição feita por Thomas Pompeu Sobrinho in “Pré-história Cearense”, página 99. Refuta ele a hipótese de Paul Radin, levantada in “Índias of South América” (1946), de que os tupi irradiaram-se do Guairá, na região média do Paraná, fundamentando essa hipótese em semelhanças de caráter cultural entre os tupis e os indígenas da América do Norte, com quem teriam estreitas ligações através da corrente antiliana. Possivelmente teriam estes passado ao continente subindo o rio Amazonas, estabelecendo-se na sua parte sul, na região entre o Xingu e o tapajós.

  2. Thomaz Pompeu Sobrinho; op. cit., página 194.

  3. “Os tabajaras, diziam-se os povos mais antigos do Brasil, isso quer dizer que eles foram aquela tribo dos tupis que primeiro chegou ao Brasil , e que conservou sempre as suas primeiras sedes entre o rio Parnaíba e a serra da Ibiapaba”. Cf.Ludwig Schwennhagen, Antiga História do Brasil de 1.100 a 1.500 A.C. pág. 45. Desse  relato é pois de se encaminhar para a conclusão de que os tabajaras foram precedidos pelos cariris no povoamento do Ceará, e antecederam aos potiguares dentro da divisão denominada de grupo Brasília (4). Para Ludwig Schwennhagen (5) os fenícios transportaram os tupis, palavra que significa filho de Tupan, de lugar onde está hoje o Mar das Caribas onde havia”um grande pedaço de terra firme, chamado Caraíba (isto é, terra dos caras ou caris). Nessa Caraíba e nas ilhas em redor viviam naquela época as sete tribos da nação tupi que foram refugiados da desmoronada Atlântida, chamaram-se Caris, e eram ligados aos povos cários, do Mar Mediterrâneo...O país Caraíba...teve a mesma sorte que a Atlântida. Todos os anos desligava-se em pedaços até que desapareceu inteiramente afundado no mar. Contam que os  tupis salvaram-se em pequenos botes, rumando para o continente onde já está a República da Venezuela... Quando chegaram os primeiros padres espanhóis na Venezuela, contaram-lhes os piegas aqueles acontecimentos do passado. Disseram que a metade da população das ilhas, ameaçadas pelo mar, retirou-se em pequenos navios para a Venezuela, mas que morreram milhares na travessia. A outra metade foi levada em grandes navios para o Sul onde encontraram terras novas e firmes. Varnhagem, Visconde de Porto Seguro, confirma na sua História Brasileira, que essa tradição a respeito da emigração dos Caris-tupis, da Caraíba para o Norte  do continente sul-americano, vive ainda entre o povo indígena da Venezuela. O padre Antonio Vieira, o grande apóstolo dos indígenas brasileiros, assevera em diversos pontos de seus livros, que os Tupinambás, como os Tabajaras, contaram-lhe que os povos tupis imigraram para o Norte do Brasil pelo mar, vindos dum país que não existia mais”.(6) Segundo esta tese os fenícios, amigos dos tupis, exigiam como pagamento pelo transporte o fornecimento de soldados para garantirem e policiarem suas empresas no interior.Tupigarani que teria sido modificado pelos padres portugueses para tupi-guarani significaria “guerreiro da raça tupi”. Os primeiros emigrantes teriam aportado em Tutóia e daí se dividiram em três povos: Tabajaras, entre o rio Parnaíba e a serra da Ibiapaba; os Potiguares além do rio Poti, e Cariris que tomaram as terra da Ibiapaba para o nascente. A segunda leva de emigrantes veio dar a um segundo ponto escolhido pelos fenícios: a ilha do Maranhão que denominaram Tupaon (burgo de Tupan) e ali fundaram várias vilas, das quais existiam vinte e sete ao tempo da vinda dos europeus. Os Tabajaras duvidaram da legitimidade de tupi de tais emigrantes pois eles trouxeram antigos indígenas Caraíbas que para eles trabalhavam. Adotaram eles então o nome referencial de Tupinambás. Quanto aos guaranis foram os legítimos tupis e se armaram com armas de bronze que lhes forneceram os fenícios.(7)

  4. Tipos étnicos cuja área própria situa-se aproximadamente na parte norte cisandina da bacia amazônica, de onde se difundiu. Como agricultores que eram, preferiram as terras com florestas, e no Nordeste do Brasil, os locais de aridez mínima, como as margens do rio São Francisco. Quanto ao aspecto físico, eram de estatura baixa, uma média de 1,6 metro para O homem; 1,47 metro para mulher; cara larga, nariz um tanto chato, musculatura desenvolvida, cabeça um tanto quanto baixa e curta. No campo cultural,  as   suas   indústrias  eram neolíticas e evoluíram gradativamente, prova de que fizeram dela uso inteligente.As grandes famílias desse grupo radial incluíram, além dos Tupi-guaranis, os Aruaques e os  grupos dos Caraíbas e Pebas. In Thomas Pompeu Sobrinho, “Pré-História Cearense” páginas 84/89

  5. Autor de uma Antiga História do Brasil de 1.100 a.C. a 1.500 d.C. dá os fenícios como os primeiros descobridores do Brasil. Nasceu na Alemanha e morreu no Nordeste em local não precisado. Nota da Autora.

  6. Ludwig Schwennhagen, Antiga História do Brasil de 1.100 a.C. a 1.500 d.C. pág.44-45.

  7. Sobre os fenícios cf. maiores dados  nas  notas  introdutórias de  Moacir  Lopes  na   Antiga  História do Brasil de Ludwig Schwennhagen. Dando como fonte “O Dia”, de Maio de 1968, Transcreve notícia de que o professor americano Cyrus Gordon,   especialista  em  assuntos Mediterrâneos, decifrou símbolos encontrados  na   Paraíba  que  provam  que  aquele  povo esteve entre nós “pelo menos dois mil anos antes de Cristóvão Colombo descobrir a América e Cabral chegar ao Brasil.”

OS TABAJARAS

 Quando os brancos chegaram à Ibiapaba ali viviam índios de língua geral, ocupando o terço norte do Planalto. A eles rendiam vassalagem os outros Tapuias  da serra. Poucos tinham cabelos brancos. Nenhum calvo. Por hábito, arrancavam os pelos do corpo, inclusive sobrancelhas e a barba.

 Vaidosos quanto a honrarias e a postos eram supersticiosos. Desordenados no beber, no que se iniciavam desde os sete anos. Eram os Tabajaras. (8)

 Suas festas eram animadas com flautas e tambores, valendo a lembrança de que poucas lendas nos ficaram dos nativos, sendo o fato atribuído à colonização Missionária, preocupada em “apagá-las e em substituí-las”. (9)

O PARLAMENTO & A ALDEIA

 “A Nação Tabajara, entre todas as do Brasil, é a de melhor juízo”. (10). Todas as decisões eram tomadas em forma de consultas, e, para tanto, havia no centro de cada aldeia uma casa-parlamento. Ali os interessados, especialmente fidalgos e velhos, armavam suas redes e debatiam até que chegassem a um acordo. Geralmente os debates eram longos, cabendo ao Principal decidir sobre o que haviam de fazer. As aldeias eram estruturadas com o Principal ou Maioral, fidalgos e velhos, havendo uma hierarquia de feiticeiros. Em cada grupo que se formava em aldeia, o local escolhido para a construção de suas habitações era sede do aldeamento por cinco ou seis anos, quando construíam novas aldeias que recebiam nome da anterior. As cabanas eram construídas todas sem separação. As missões dos jesuítas e as constantes perseguições limitaram logicamente esse costume.

  1. Tabajaras –“senhores do rosto”porque conservavam o rosto limpo de lavores artificiosamente perpétuos. Abeville conta uma outra versão: numa festa uma mulher e um companheiro brigaram e os índios se dividiram, chamando uns aos outros tabajaras.  “Tu és meu inimigo”.  “Eu sou teu inimigo”. Segundo José de Alencar e Theodoro Sampaio, o significado de tabajaras ou tabaijaras, é o de aldeões ou senhores de aldeias (taba-aldeia; yara-senhor). Isto é também  de acordo com Prazeres Maranhão (1867), In “História da Companhia de Jesus”, todavia, o padre Serafim Leite emite a grafia “tobojara” que já fora adotado pelo  padre  Ascenso  Gago (1695) Significando  “senhores do rosto”.  A  etimologia   seria então   toba(ti)   oba-rosto  de gente yara-senhor  ou  dono  dos  rostos.  Para Hansstaden,   in  “Viagem ao Brasil”,  traduzido  por Alberto Lofgren,   tobojara  viria  de  abaiara- (os contrários, inimigos do índio).  O vocábulo  Abaiara pode ainda significar primo ou irmão da esposa,  palavra  que  por  se  referir  a gente leva o “T”. O padre Luiz Figueira, em sua Relação, não menciona os índios da serra por este nome, talvez porque não tenha ouvido tal nomeentre eles. Elementos de  “Três Documentos do  Ceará Colonial “, páginas 156/157.

  2. Capistrano de Abreu, in “Capítulos da História Colonial”, pág. 55.

  3. Padre Ascenso Gago, carta anua de 1º de outubro de 1695. Cultivavam a macaxeira, também chamadas de mandioca mansa. No século XVII conseguiam sal através de incipientes relações de troca com tribos que habitavam o litoral. Os que não conseguiam esse produto, usavam cinzas de determinadas plantas, como fosse sal. O palmito era extraído da parte tenra do babaçu, uma espécie de palmeira.

O CASAMENTO E A OUTRA VIDA

 Entre os tabajaras bastava a licença do pai ou do irmão para que se considerassem casados, sem cerimônia e sem indissolubilidade. Os filhos eram sustentados até se casarem. O casamento era feito em idades de 9 e 10 anos. Os esposos podiam ser repudiados, tanto pelo homem como pela mulher. A poligamia, porém, era privativa do homem, que podia ter tantas mulheres quantas pudesse sustentar, sendo alguns deles encontrados com 40 ou 50 mulheres, mas havia a mais querida, a quem cabia coordenar o trabalho das demais. Alguns casavam com duas irmãs e muitos com suas cunhadas pois era obedecida cegamente a lei segundo a qual o irmão vivo ficaria com a mulher do irmão morto.

 O poder espiritual representou sempre o maior dos poderes. O poder do feiticeiro era imenso. É assim explicável a atitude de neutralidade um tanto quanto hostil com que esses dirigentes espirituais acolheram os missionários. De início a maioria dos índios reagiu contra a catequese, chamando a igreja romana de “moanga” (11) e a doutrina de “marandubas” de “abares”. (12) Os que freqüentavam as capelas eram ironizados. Os velhos afirmavam que só se batizariam quando Deus encarnasse uma segunda vez (13). Acreditavam na existência de três aldeias embaixo da terra para onde iriam depois de mortos (14). Assim, de algum modo acreditava na encarnação uma outra vez, sob certas condições.

A VISITA

 Os Tabajaras costumavam ter no terreiro uma casa aberta para aqueles que chegassem de visita. Essa casa era próxima à moradia do Principal. Ali estava armada uma rede, onde se deitava, após um determinado cerimonial, o visitante. O visitante acolhido, chegava o Principal indagando “Em Jur Oân” ao que respondia o visitante “Aujuron” (15). Ao sentar-se o Principal, entravam os outros, pela ordem de importância na tribo e faziam a mesma pergunta. Em seguida um grupo de mulheres, tendo à frente a mulher do Principal, colocava defronte ao visitante cuias com comidas e bebidas, essas feitas de raízes ou farinha de pau. Feito isso, as mulheres se retiravam, sem dizer nenhuma palavra. O visitante pedia a cuia trazida pela mulher do Principal e depois todas as outras comidas e bebidas, como parte do ritual, para evitar ressentimentos. Satisfeito o visitante, retiradas as cuias, levantava-se o Principal dando as boas vindas e dizia, primeiro, ter conhecimento antecipado da chegada do visitante pelos avisos da natureza e pelo vôo dos pássaros. Passava, então, a relatar, com a presença de todos, as glórias da tribo e suas glórias pessoais, especialmente de participação em combate. A sua fala era geralmente concluída com aplausos da aldeia que dizia “sapirupi, sapirupi” (16). O visitante falava, após o acontecido, dos motivos de sua viagem. Havia música e danças, e, ao final, lhe eram oferecidas mulheres.

  1. Falsa. Da tradução da Relação de Vieira.

  2. “Patranha de Padres” IDEM.

  3. A primeira tinha nascido como branco. Agora que voltasse de uma donzela índia. Nota da Autora.

  4. Chamavam-se aldeias  Ibirupiguaya,  Inhambuapixaré,  Anhamari.  Da  Relação  de Vieira  pág. 120.

  5. Já vieste? Já vim. Tradução, in “Três Documentos do Ceará Colonial “, pág. 26/27.

  6. É verdade. É verdade. Tradução e costume, in “Três Documentos do Ceará Colonial “, pág. 26/27.

O ENTERRO

Da relação de Figueira podemos concluir que no costume de enterrar seus mortos os tabajaras o ritual da mesma nação que habitava outros lugares. Dobravam o cadáver formando um bloco ou fardo numa posição que imitava a situação da criança no ventre materno. Depois de amarrado e apertado com cordão ou corda de algodão, era colocado num grande recipiente de cerâmica, que era fechado e então enterravam num buraco fundo.

Outro, porém, era o costume de tribos que também habitavam a Ibiapaba e que rendiam vassalagem aos tabajaras, como os tocariuns. Seus mortos tinham os ossos cremados e misturados a infusões, suas carnes eram comidas. Se assim faziam nada os ligava à antropofagia como culto de sobrevivência, mas tal costume lhes era pertencente como um ritual para “evitar saudade”, fazendo seus mortos participarem de suas próprias existências, o que não impede, contudo, que se veja nisso uma prática em que a natureza humana procurava suprir as deficiências alimentares digerindo, inclusive, as entranhas de seus mortos.

AS TRIBOS NA IBIAPABA

A localização de tribos em torno do maciço da Ibiapaba quando da chegada do elemento branco, tinha a seguinte distribuição: tapuias rerius a leste (nos sertões) juntamente com os Wanacés; ao norte e ao nordeste, os aconguaçus; - ao sul e ao suleste viviam os quiratiuns ou caratius. Do lado ocidental, no atual território do Piauí, além dos carijus, tacarins ou tocarijus, os anaperus. Para o norte, percorrendo as praias, os tremembés. Para o sul, os quixarius, nos altos sertões dos Inhamuns. Tribos menores habitavam as zonas vizinhas e até mesmo sob a chapada, ainda que por algum tempo, como foi o caso dos anacés e, também, dos azimins.Os aconguaçus eram os mesmos acamuçus e guaconguaçus. Os wanacés, o mesmo que os guanacés e aguanacés. Os caratius ou cratius do rio Poti são os mesmos quiratius e caratis. O problema da pluralística denominação das tribos indígenas se deve ao fato de que conhecemos tais tribos não pelo seu nome mas pelos nomes que lhes impuseram os tupis que assistiam aos colonos exploradores ou conquistadores. Outras, levavam o nome de seu chefe mais notável, daquele que os levava ao êxito de aventuras guerreiras, sendo que esse Principal tapulo tomava, às vezes, nome tupi. Um exemplo é o da nação Atxicaina, conhecida pelo nome de tamariu, ou pelo seu chefe, Janduin e Andui ou Nandui.

 

BIBLIOGRAFIA

  1. AZEVEDO, J. Lúcio de OS JESUITAS NO GRÃO: PARA SUAS MISSÕES E A COLOZAÇÃO. 2ª edição. Coimbra: 1930.

  2. BARROSO, Gustavo.  A MARGEM DA HISTÓRIA DO CEARÁ.   Fortaleza: Imprensa Universitária do Ceará: 1962.

  3. DABEVILLE, Claude.   HISTÓRIA  DA  MISSÃO  DOS  PADRES CAPUCHINHOS NA ILHA  DO  MARANHÃO  E  TERRAS  CIRCUNVIZINHAS EM QUE SE TRATA  DAS SINGULARIDADES  ADMIRÁVEIS  DOS  COSTUMES  ESTRANHOS  DOS  ÍNDIOS HABITANTES DO PAÍS; Livraria Martins Editora: 1945.

  4. FIGUEIRA,  Luís    “  RELAÇÃO  DO  MARANHÃO”;  INTRODUÇÃO,  NOTAS  E COMENTÁRIOS,  Thomas  Pompeu  Sobrinho.  TRÊS  DOCUMENTOS  DO  CEARÁ  COLONIAL. Coleção História e Cultura. Fortaleza: Imprensa Oficial. 1967.

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  7. LISBOA, Cristovam de “Sobre hum memorial que fez Luís Figueira religioso da Companhia de Jesus sobre as coisas tocantes a conquista do Maranhão”,  REVISTA DO  INSTITUTO  DO CEARÁ, Tomo XX (1906) – 324-338.

  8. MORAES, José . HISTÓRIA DA COMPANHIA DE JESUS,  coligida   e   anotada   por  Cândido Mendes de Almeida, Tomo I. Tipografia do Comércio. 1860.

  9. SCHEWENNHAGEN, Ludwig .  ANTIGA  HISTÓRIA  DO  BRASIL DE 1.100 A.C  a 1.500 D.C.,  apresentação de Moacir L. Lopes, 2ª edição: Rio de Janeiro. Livraria e Editora Cátedra. 1970.

  10. SERAFIM, Leite.  HISTÓRIA  DA  COMPANHIA  DE JESUS NO BRASIL, 1ª edição ,vol. III. São Paulo: Imprensa Nacional, 1943.

  11. SOBRINHO, Thomas Pompeu. HISTÓRIA DO CEARÁ PRÉ-HISTÓRIA CEARENSE.Fortaleza: Editora Instituto do Ceará, 1955.

  12. STUDART FILHO, Carlos.   O   ANTIGO   ESTADO   DO   MARANHÃO   E   SUAS  CAPITANIAS FEUDAIS,   Biblioteca  da  Cultura,  série  b –  Estudos Pesquisas – vol. I.  Fortaleza: Imprensa Universitária do Ceará, 1960.

  13. VIEIRA, Antonio; Cópia de uma  carta a El-rey  sobre  as  Missões do Ceará, do Maranhão, do Pará e das Amazonas, REVISTA DO INSTITUTO DO CEARÁ, Tomo X (1896),  106 –

  14. VIEIRA, Antonio. Relação  da  missão  da  serra  de Ibiapaba pelo padre Antonio Vieira  da Companhia de Jesus, REVISTA DO INSTITUTO DO CEARÁ. Tomo XVIII (1904), 8-138.

 

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